Governo do Distrito Federal
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9/06/16 às 22h11 - Atualizado em 29/10/18 às 11h59

Dados da PMAD de Cocalzinho de Goiás são divulgados

A 127 km de Brasília e 132 km de Goiânia, Cocalzinho de Goiás abriga 17.400 habitantes. Destes, 50,3%, pouco mais da metade, são mulheres, com 8.749, e os homens somam 49,7%, o equivalente a 8.651. Foi o que apontou a Pesquisa Metropolitana por Amostra de Domicílios (PMAD), divulgada nesta tarde,09, pela Codeplan, com a presença, entre outros, do prefeito da Cidade, Alair Gonçalves Ribeiro, do assessor especial do Governador do Estado de Goiás, na Secretaria Extraordinária para o Desenvolvimento do Entorno do Distrito Federal, do Estado de Goiás Marconi Perilo, Liosório de Jesus Meireles, e o procurador jurídico e supervisor da equipe de campo da PMAD, Ulisses Miguel Silva Araújo.

Considerada uma população jovem, a pesquisa mostra que 9,1% de seus moradores têm até 29 anos de idade, seguidos dos que têm até 14 anos, o que corresponde a 20,7% do total, 12,4% têm entre 15 e 19 anos, 8,5%, de 20 a 24 anos e 7,5% têm de 25 a 29 anos, e os idosos representam apenas 10,8% dos habitantes.

A PMAD é fruto de parceria entre a Codeplan, os municípios goianos pertencentes à Associação dos Municípios Adjacentes a Brasília (AMAB) e a Secretaria Extraordinária para o Desenvolvimento do Entorno do Distrito Federal. “Trata-se de um conjunto de esforços que a Companhia vem fazendo. Esse intercâmbio que ocorre por Acordo de Cooperação Técnica só tem a ganhar. Ganham os municípios, ganha a Codeplan”, destacou o presidente da Codeplan, Lucio Rennó.

O prefeito do Município de Cocalzinho, Alair Gonçalves Ribeiro, parabenizou a equipe da Codeplan pela presteza ao lidar com os dados coletados em campo. Ele disse que a Companhia vislumbrou a oportunidade de alavancar inúmeras ações para contribuir com o desenvolvimento da região.

Já o assessor especial Liosório de Jesus Meireles, na Secretaria Extraordinária para o Desenvolvimento do Entorno do Distrito Federal do Estado de Goiás, disse que é preciso conclamar todos os parceiros para desenvolvimento de ações. Citou o caso do combate à dengue.

De acordo com o gerente de Estudos Regional e Metropolitano, da Codeplan, Frederico Bertholini Rodrigues, ao apresentar a PMAD disse que a pesquisa busca retratar a dinâmica existente entre o DF e os 12 municípios que compõem a AMB. Ele disse que na maioria dos municípios da periferia metropolitana de Brasília prevalece forte dependência dos serviços públicos de saúde, e em Cocalzinho de Goiás, quase 98% da população utiliza os serviços hospitalares públicos para suprir sua demanda. “Desse total, 51% utilizam hospitais públicos no próprio município e 17% recorrem a Águas Lindas. Entre os que recorrem à rede pública do Distrito Federal, 27% utilizam os hospitais. Os mais procurados são Brazlândia,10%, Ceilândia, 8% e Taguatinga,7%”, pontuou. Quanto aos postos de saúde, há expressivo percentual de utilização de serviços no próprio município 98%, enquanto apenas 0,8% o utiliza no DF, de preferência na Região Administrativa Taguatinga,0,5%.

Para Rodrigues, deve-se destacar a elevada participação das faixas etárias em que se concentra a força de trabalho, de 15 a 59 anos, atingindo 52,4%, enquanto a população com idade de até 14 anos representa 20,7% do total e a de 60 anos ou mais 10,8%. Em Cocalzinho de Goiás, para cada grupo de 100 pessoas na população economicamente ativa, há cerca de 47 dependentes, sendo 30 jovens e 17 idosos.

Segundo, ainda, Rodrigues, da População Economicamente Ativa, 53% têm trabalho remunerado. Os estudantes representam 18%, os aposentados ou pensionistas, 12%, os que fazem trabalhos domésticos 10% e os que se declararam desempregados somam 7%. Ele disse ainda que o comércio e a construção civil juntos empregam 43% dos moradores, contingente expressivo.

Com relação à escolaridade, registra-se nível baixo, com 29,5%, tendo somente o ensino fundamental incompleto, seguido por 26,6%, que têm o ensino médio completo em6,6%, com o médio incompleto. A pesquisa apontou, também, que 6% da população a partir de 15 anos não foi alfabetizada e 9,7% sabem ler e escrever. Ainda, sessenta e oito pessoas na cidade têm curso superior completo e especialização e seis têm mestrado ou doutorado.

Com referência à mobilidade, a exemplo de outras cidades, está muito aquém no dia a dia quando o trabalhador tem que se deslocar e fazer uso de transporte coletivo ou passeio.

Quando o assunto é infraestrutura, os domicílios contam com 74% da rede geral de água e cem por cento de luz. Já, com relação ao esgoto, 25% dos domicílios têm poço e cisterna e apenas 7% dos domicílios estão dentro da rede geral.

Fizeram parte também da Mesa, além do presidente da Codeplan, Lucio Rennó, o diretor de Estudos e Pesquisas Socioeconômicas, Bruno de Oliveira Cruz, o gerente de Estudos Regional e Metropolitano, Frederico Bertholini Rodrigues, apresentador da pesquisa, a presidente da AMAB, Lucimar Conceição do Nascimento e o secretário de Turismo do município, Daniel Alves.

Veja a pesquisa aqui.

Reportagem: Eliane Menezes
Foto: Toninho Leite

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